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sábado, 27 de março de 2010

Aeronaves Famosa Parte 2





O Brasil teve sua vez
 vamos começar a postar papercraft em nossas aeronaves para que possamos ter um plano visual de cada aeronave e ai está a primeira.Sabendo que não são feitas por mim no momento e algumas serão,de momento agradeço meu amigo Júlio da J&B Studio  http://papermodelsword.blogspot.com  Por me ajudar e em ceder seus trabalhos.



































Em se tratando de P-47 não podemos deixar de falar dos que no teatro da Europa, durante a Segunda Guerra Mundial foram uma grande arma usada pela FAB e os pilotos brasileiros sabem muito bem como isso está registrado em filmes da época que estão na FAB até hoje e que se encontra no youtube muitos comentários e documentos de vídeo.
       Abaixo vemos alguma das pinturas que a FAB usou e vamos falar deste avião que empolga qualquer Amante da Aviação.


 






























Senta Pua quando os inimigos dos aliados ouvia dizer, muitos mostravam respeito e até hoje é uma das unidades da FAB que se encontra sempre em pleno destaque e vemos que isso é para ficar em nossas mentes e na dos pracinhas que quando ao ver nos céus da Europa rasgando as nuvens carrregadas e com um grande estrondo era o motor dos P-47 acordando os alemães que logo se escondia em quaquer moita para tentar se manter vivo.
Vejamos como isso ocorria: 
                                  Aeronaves Famosa Parte 2
                             Republic p-47 Thunderbolt
    No começo era um caça desajeitado e perigoso. Melhorado,contribuiu decisivamente para a vitória dos aliados.
  O caça P-47 thunderbolt foi recebido nos meios militares, no início dos anos 40, com certa reserva. Fabricado em maior número do que qualquer outro caça dos Estados Unidos, era o oposto da filosofia que propugnava " caças pequenos é ágeis " . comparado aos menores caças modernos , o P-47 pareceria um anão; mas, em 1942, seu peso carregado ( 6.124 kg ) causou espanto; e mais ainda os 9.390 kg das versões posteriores, de 1945. Apesar das infindáveis discussões a respeito de caças pequenos e grandes, o fato é que o Thunderbolt acabou se revelando um dos mais úteis aviões aliados, em toda as frentes de combate da Segunda Guerra Mundial.





Primeiros P-47B  Thunderbolt entrgues às unidades de combate. Foi com esse modelo que o 56.º Grupo de Caças americano entrou em ação na Europa, no final de 1942. 








 







Em 1940, o tamanho que deveriam ter os caças estava longe de uma definição pelo US Army Corps (a aviação do Exército).
Um dos principais fabricantes desses aviões, a Republic Aviation Corporation (sucessora da Seversky Aircraft), recebeu uma herança de corpulentos caças de motor radial, com asas e empenagem elípticas. E,sob esses conceitos produzia o P-35 e aprontava-se para iniciar a montagem do P-43 Lancer, dotado de trem de aterragem escamoteável para dentro e motor Twin Wasp turbo comprimido.Para o futuro, havia projetos AP-4 com motor R-2180 de 1.400 hp, ou o grande e novo R-2.800 Double Wasp, com 1850 hp, além de programas de fabricaçaõ de leve AP-10, impulsionado por um Allison refrigerado a água e armado com duas metralhadoras de 12,7 mm. Mas os relatórios de combate da Europa diziam que nenhum desses caças satisfaria às exigências. Por isso, em 12de junho de 1940, o engenheiro-chefe Alex Kartveli apresentou o projeto de um aparelho que, técnicamente, seria o mais avançado da época. Aceita a idéia, esse avião recebeu a designação XP-47B (os aparelhos XP-47 e XP-47A eram versões do AP-10, bem diferentes).
Grandes Motores, grandes problemas
O novo caça foi um desafio. Para começar, a instalação do motor resultou tão complexa que Kartveli delineou o restante do aparelho em função dela. O escolhido, um grande R-2800 de dezoito cilindros, era alimentado por um turbocompressor, acionado pelos gases quentes espelidos, o qual, por questões aerodinâmicas, foi montado na fuselagem traseira, em vez de próximo ao motor. Os escapes, juntados em dois canos monstruosos, também deram aborrecimentos: quando à potência máxima, o coletor chegava a ficar rubro. Sua ligação  ao turbocompressor passava sob a asa, onde uma válvula de desvio ou expelia os gases queimados para a atmosfera, ou, de acordo com o aumento da altitude, desviava-os para acionar o turbo. este girando a 60.000 rpm, empurrava o ar sob alta pressão até o motor, através de imensos dutos com radiadores intermediários. O ar assim comprimido no carburador aliviava a fase de aspiração do motor, com grande ganho de potência  
    O volume das grandes tubulações aumentava o diâmetro da fuselagem, deixando a asa acima de seu fundo. Isso era justamente o que Kartveli não queria, pois seu motor radial exigia uma hélice enorme; e, mesmo com a nova hélice elétrica Curtiss, de quatro pás e velocidade constante, o diâmetro não podia ser inferior a 3,71 m. Para permitir uma distância segura entre as pontas das pás e o chão, na decolagem e no pouso, o trem de aterragem precisava ser longo, tanto mais em vista de a asa não estar no ponto baixo, e também porque necessitava  de diedro. Mas, trens longos são muito pesados ( para que não se quebrem com facilidade ) e exige grandes, espaço nas asas, quando recolhidos. De novo, Kartveli se via diante de um problema porque propunha o uso não de duas, mas de oito metralhadoras  Browning de 12,7 mm, todas nas asas. Constituiu, pois, grande triunfo técnico projetar um trem que, ao ser recolhido, encurtava-se 22,86 cm para se encaixar entre as longarinas. Em cada asa, bem ao lado do conjunto de pouso, iam quatro metralhadoras. Ficavam escalonadas de modo tal que as volumosas fitas de muniçaõ (com 350 projéteis cada ) se alojavam em caixas, lado a lado, alongando-se quase até a ponta da asa. 
      A carenagem do motor não era circular, mas projetava-se para baixo, numa seção em forma de pêra, acomodando os dutos dos radiadores de óleo, esquerdo e direito, bem como do volumoso radiador. O ar captado por este saía por uma grande válvula retangular de cada lado da fuselagem traseira. determinado momento, houve a necessidade de se acomodar uma quantidade exepcionalmente grande de combustível; por isso,os tanques principais e auxiliar (776 e 379 litros ) , ambos auto-selantes, foram instalados na fuselagem, sobre a asa, entre os dutos de gases quentes do turbocompressor. O cockpit, muito bem-equipado, contava com sistemas e equipamentos exclusivos, inexistentes na época em outros caças: indicadores elétricos de combustível, ar condicionado na cabina, controle de aquecimento das armas e dispositivos de degelo automático por meio de bomba. Trazia ainda um grande pára-brisa em V, capota articulada para cima e pronunciada carenagem superior que se estendia até a fuselagem traseira.
     O protótipo XP-47B voou em 6 de maio de 1941 e mostrou-se um recordista, apesar dos muitos problemas que surgiram. Prejudicado pelo tamanho e peso, enfrentou dificuldades com os planos móveis de comando (telados ), capota enguiçada e pequenos defeitos nas metralhadoras, no sistema de combustível e na instalação do motor. Apesar disso, o Exercito americano encomendou 171 unidades, seguidas de mais 602 do modelo aperfeiçoado P-47C. Os primeiros P-47B de série deixaram a linha de montagem, em Farmingdale, Long Island, em março de 1942. Tinham capota deslizante, e ejetável, planos móveis revestidos de metal (novidade, na época ), antena de rádio inclinada, ailerons rombudos, compensador/estabilizador no leme e motor R-2800-21, de série. As entregas iniciais foram para o 56º Grupo de caças (então pertencente à força Aérea do Exército) que, depois de sofrer muitos problemas de controle, estouro de pneus e outros, tornou-se a unidade americana com maior número de aviões inimigos abatidos 675 na contagem final.
  Em 1943, com o 78º Grupo de caças, o 56º juntou-se á 8ª Força Aérea, na Inglaterra, e efetuou sua primeira missão de escolta no dia 13 de abril. Mas, com apenas 1.155 litros de combustível, os Thunderbolt não conseguiam acompanhar os bombardeiros durante muito tempo. além do mais, encontravam dificuldades nos combates a cura distânciacontra os Messerschmitt Me 109 e Focke-Wulf Fw 190. A excepcional velocidade de mergulho de   do P-47 permitia-lhe escapar ao inimigo, porém o que se esperava dele era que derrubasse os aviões da Luftwaffe e não que fugisse deles.











 O Miss Mary Lou, um P-47D da 19ª Esquadrilha, baseada em Saipan, em 1944.
Embora adequada, a capota original tirava 20º de visão à ré















Pelo menos 830 P-47 foram entregues à RAF, a maioria tipo "D", do lote final,ficando conhecidos como Thunderbolt II. O HD247 atuou com a 79ª Esquadrilha na Birmânia, em fins de 1944. 











 Pintura bastante incomum Para os P-47. Trata-se de um aparelho capturado pelos alemães e incorporado à Luftwaffe depois de um pouso forçado na França ocupada em 1944.

Resistência, a grande qualidade
O último P-47 B possuía cabina pressurizada e foi designado como XP- 47E. O 172º aparelho transformou-se no primeiro P-47C. Um problema fundamental de equilíbrio foi eliminado pela montagem do motor quase 30cm mais à frente. O outro acréscimo importante: pela primeira vez equipou-se um avião com ponto de fixação sob a fuselagem, para uma bomba de 227 kg ou um tanque alijável de 757 litros. externamente, a alteração que ficava mais evidente era a antena de rádio vertical e mais curta. Em meados do ano de 1943, quando os primeiros P-47D chegaram às unidades da linha de frente, a grande resistência do Thunderbolt já se tornara quase lendária. Muitos desses aparelhos já haviam retornado à base duramente castigados, aterrado de barriga, mas, não obstante, trazendo o piloto a salvo.   







Primeiro dos Thunderbolt, o XP-47B, fotografado quando deixava o angar, no campo de Farmingdale, em abril de 1941. No dia 6 de maio foi pilotado por Lowry L. Brabham.









P-47D em ação nos céus da Europa, fotografado depois do dia D. Além do famoso preto e branco na carenagem do motor, ele ostenta também a "Faixa de Invasão"







Embora a encomenda inicial do P-47D datasse de 13 de outubro de 1941, portanto antes de os Estados Unidos entrarem na guerra, só em meados de 1943 o fluxo da produção começou a aparecer.
Exatamente 12.602 aparelhos dessa versão foram fabricados. Outros 354 aparelhos indênticos foram montados pela Curtiss-Wright, como P-47G. O P-47D trazia inúmeros melhoramentos, como: motor aperfeiçoado, com injeção de água para ganho extra de potência em velocidade de fuga; melhor instalação do turbocompressor; blindagem mais eficientes do habitáculo;pneus reforçados, com múltiplas camadas de lona, que não estouravam quando o avião decolava ao peso máximo, carregado de bombas e com tanques externos, mesmo em pistas esburacadas. A capacidade para transportar essas duas cargas juntas veio com o P-47D-20, que introduziu uma asa "universal", dotada de suporte para bombas de 454kg de cada lado, ou um tanque de 568 litros, e mais carga ventral. Com três tanques, o P47 podia escoltar os bombardeiros até pontos bem no interior do território alemão, acompanhando a maioria das missões. No retorno, tornou-se prática comum empregar, contra alvos ocasionais, a munição não utilizada ,e o P-47D transformou-se no principal caça de ataque ao solo dos aliados, tanto na Europa, no final da guerra,quanto no Pacífico (825 deles serviram com a RAF, na Birmânia ).





  Foi equipado com o P-47D que o 1º Grupo de caças da FAB (Força Aérea Brasileira ) lutou na Itália de meados de 1944 a 1945.   o famoso Senta a Pua 








Aqui vemos um P-47 com sua pintura bem descontraída










um P-47 com um outro famoso avião  da "Segunda Guerra" o P-51 Mustang 














último e mais pesado modelo de série, o P-47N tinha asas de maior envergadura e tanques ampliados, melhoramentos incorporados com vistas à guerra no pacífico  




Os pilotos Brasileiros atuaram integrados ao 350º Grupo de caças americanos e tiveram, desempenho muito elogiado, chegando a executar mais de quarenta missões de ataque num só dia. Os Thunderbolt da FAB concentravam-se nos seguintes alvos: Veículos, pontes, depósitos e concentrações de tropas. sua contribuição foi indiscutivelmente decisiva para a derrota das forças nazistas na campanha da Itália.










Pintura do acervo do musal no Rio de Janeiro



Em julho de 1943, um P-47 (o XP-47K) recebeu um corte na fuselagem traseira e a capota acabou incorporada à linha de produção. apesar do grande aumento de peso absorvido pelas séries (até cerca de 7.939 kg) o motor teve melhora de desempenho (com 122 m/min a mais na razão de subida) devido a uma hélice de pás mais largas, particularmente útil a grande altitude. 
Como a eliminação da carenagem atrás do cockpit resultou numa perda na estabilidade direcional, a partir da remessa do P-47D-27-RE a deriva recebeu uma aleta dorsal que chegava quase até a capota. Do D-35 RA em diante, a asas incorporaram pontos de fixação para cinco foguetes de 12,7 cm de cada lado.






P-47D-15-RA para teste de um motor Chrysler de 2.500 hp, refrigerado a líquido: eram dois pares de V-4 (dezesseis cilindros) invertidos,ligados por engrenagens centrais.

sábado, 21 de novembro de 2009

Aeronaves Famosas

 
Entre  os aviões que lutaram na Segunda Guerra Mundial, o North American P-51 Mustang constitui  um caso raro, pois foi projetado após o ínicio do conflito. Além disso, ele nasceu de uma iniciativa totalmente particular (Sem se basear em especificações oficiais militares) e desenvolveu-se com incrível rapidez para um cliente estrangeiro, a Grã-Bretanha, que duvidava da capacidade do fabricante de produzir um bom caça. Porém, quando o Mustang recebeu um motor melhor e maior capacidade de combustível, voou  mais longe que qualquer caça então existente. 
O Reischsmarschall hermann Goering afirmou certa vez que os bombardeiros inimigos jamais voariam sobre Berlim.Em 1944, embora já habituado ás incurções dos aviões aliados,ele ficou chocado quando soube que os caças americanos podiam chegar ao coração da Alemanha, Polônia e á Tchecoslováquia:"Quando vi os Mustang Sobre Berlim, percebi que a guerra estava perdida".  

Fundada em 1934,a North Americam aviation era a mais jovem das grandes industrias aeronálticas do país, com apenas 75 empregados. Já em 1935 colocava no ar aquele que serria o avião de treinamento número um em todo o mundo, o AT-6, ou Harvard, cuja produção chegou a 20 mil unidades. em 1938, esse resultado atraiu a atenção dos britânicos, que fizeram grandes encomendas do aparelho. Logo depois do início da guerra, em setembro de 1939, a comissão britânica de compras consultou a North Americam Aviation sobre a possibilidade de se fabricar para a RAF( Royal Air Force, Força Aérea britânica) o caça americano Curtiss P-40, considerado de segunda linha. A resposta imediata da North American foi que há muito desejava projetar um caça de primeira e que estava disposta a produzi-lo para a Grã-Bretanha. O exercito americanoNão manifestou interesse, pois já possuia mais Protótipos de caça do que necessitava.                                                                                    
Tudo indicava que a RAF assinaria uma encomenda de imediato, estipulando o motor Rolls-Royce Merlin- Já planejado para produção nos Estados Unidos da America. Mas a comissão Britânica de compras colocou toda sorte de empecilhos `a pequena industria, e o acordo acabou saindo, em fins de abril de 1940, sob a estrita condiçaõ de que a North American gastasse 15.000 dólares na aqisiçaõ de informações sobre o comportamento do Curtiss P-40 no túnel de vento, dados que nunca chegou a utilizar. O contrato foi assinado a 29 de maio, e previa a fabricação de 320 caças N.A.73.
A North American Pretendia concluir o protótipo no escasso prazo de quatro meses, mas acabou batendo seu próprio record, completando o N.A.73X em apenas 102 dias. Houve um atraso de vinte dias na entrga do motor  Allison V-1710, de1.150 hp (858 kw), em 26 de outubro o piloto de provas Vance Breese decolou com o esguio caça. 
O novo avião  de combate era bastante aerodinâmico. todo de metal, tinha asas com novo perfil, de suposto fluxo laminar, com a parte espessa recuada. O motor possuia refrigeração líquida e seu radiador ficava, na fuselagem, numa posição mais eficiente, instalado dentro de um duto aerodinâmico com saída variável. Assim ao invés de causar arrasto, o ar aquecido se comportava tal como um jato, empurrando o avião para frente. 
Para levar mais combustível do que qualquer caça monomotor europeu o N. A.73 X tinha de ser bem maior que o Messerschmitt Bf-109. O acrécimo de gasolina significava também um avião mais pesado,havendo o risco de o N.A.73 ser mais lento e ineficiente. Mas Breese logo descobriu que tinha em mãos um puro sangue. Ele atingiu 615 km/h, velocidade superior á de quaquer caça europeu da época, inclusíve o Supermarine Spitfire, menor e com metade da carga de combustível. O protótipo tinha espaço paraum armamento imprecionante: quatro metralhadoras pesadas de 12.7mm e quatro de 7.62mm.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     O Mustang na RAF
No quinto vôo, o piloto acionou incorretamente o seletor de combustível e o motor parou num momento crucial; o avião aterrisou de dorso, ficando todo destruído.Mas isso não afetou o interesse no aparelho, e à encomenda inicial de 320 unidades logo se seguiu outra, de mais trezentas.o primerio Mustang I chegou a Liverpool em 24 de outubro de 1941. A RAF comprovou que o Mustang, mesmo com armamento completo, atingia 603 km/h, 56 a mais do que o Spitfire V. A única limitação do novo caça estava na potência do motor Allison, que caía rapidamente em proporção à altitude, acima de 4.572 m ele se mostrava pouca coisa melhor que o P-40, também com motor Allison. A baixa altitude,porém, era um recordista.O aparelho saiu-se bem em ataques a baixa altitude sobre a Europa ocupada e, em outubro de 1942, alguns Mustang atingiram alvos no Canal Dortmund-Ems, tornando-se os primeiros caças monomotores britânicos a penetrar o espaço  aéreo alemão na segunda Guerra Mundial.                                                                      

  Quando niniciava o programa do N.A.73, a North Americam viu forçada a ceder sem ônus dois primeiros aparelhos ao Exercito americano --  a Base Aérea de Wrigth recebeu o quarto e o décimo aparelho da série. A equipe de provas ainda tentou não se impressionar com a indesejável maquina " estrngeira ", mas os resultados foram tão positivos que o novo caça logo passou a constar nas encomendas do Exercito. As primeiras estipulavam 150 P-51, com quatro canhões de 20 mm; quinhentos A-36A, bombardeiros de mergulho armados com seis metralhadoras de 12.7mm, e duas bombas de 227 kg (esse modelo vinha equipado com freios aerodinamicos de mergulho,depois desativados);e mais 310 P-51 A, com quatro metralhadoras de 12.7mm nas asas. Em 1943 pilotados por americanos, o A-36A causava detruição na Sicília e no sul  da Italia. De inicio, ele foi batizado de Apache, mas logo o nome retornou ao original britânico.
alguns dos primeiros aparelhos a serviço do Exercito americano eram P-51-1 armados com canhões ( P-51 Adaptados) ,designados como F-6A, para reconhecimento fotográfico
                              Novo motor, maior potência
  A idéia de instalar um motor Rolls-Royce Merlin de grande altitude nessa fuselagem não ocorreu logo de início, mesmo quando tal necessidade ficou patente nos testes  britãnicos, em 1941.Mas em meados de 1942, quando Experimentou o Mustang, Ron Harker ( piloto de provas da Rolls-Royce e tenente da RAF ) imediatamente recomendou o uso do Merlin 61. Os engenheiros da Rolls-Royce calculavam que a velocidade chegariaa 695 km/h, a 7.772m. Também o tenente-coronel Tommy Hitchcock, adido aeronáltico dos EUA em Londres, sugeriu a instalação do Merlin, que em 1943 era produzido em massa pela Packard, sob  o código V-1650. A Rolls-Royce testou uma adaptação com um Merlin, em 13 de outubro de 1942, mas A North Americam projetou o P-51-B, remodelado, planejado para produção em série. O primeiro XP-51b voou no dia 30 de novembro de 1942.  O novo caça mostrava melhores linhas e uma nova hélice com quatro pás, mais largas, para transformar potência em empuxo a grandes altitudes. a tomada de ar do carburador deixou de ser em cima do motor e reapareceu no ventre, aumentada. O radiador ficou mais profundo, acrescentando-se um estágio intermediário de refrigerção no mesmo duto. Todo o avião recebeu reforço, especialmente na fuselagem, e alcançou a notavel velocidade de 710 km/h a 9.083m de altitude.                                                                                                                                                                                                      

 
Nos testes, o XP-51B apresentou comportamento totalmente diverso, exigindo maior atenção do piloto. O índice de ruído na cabina tornou-se elevado, ao contrário dos Mustang em combate por toda Europa, suaves e fáceis de comandar ele parecia engasgar e ranger o tempo todo;mas era só a primeira impressão, pois a grande altitude mostrava-se superior a qualquer outro caça. O Exercito americano encomendou 2.200 unidades do novo modelo antes mesmo do primeiro vôo de ataque tático. Em meados de 1943, os novos Mustang saíam em grande escala da linha de produção da fábrica em Los Angeles, e de outra construída em Dallas. 






 De todos os aviões da Segunda Guerra Mundial, o Mustang é o mais utilizado nas modernas corridas, na categoria de força livre. O Miss Suzie Q constitui exemplo, com as linhas inalteradas,mas motor de alta potência.
                                       Escolta de caça sobre a Alemanha
Por mais de um ano a 8ª Força Aérea dos Estados Unidos, sediada na Grã--Bretanha, buscou um caça de escolta de primeira linha, de longo alcance, para dar cobertura aérea a seus bombardeiros pesados. Isso levou o coronel Cass Hough a experimentar o novo P-51B e embora o achasse "fantastico", criticou sua reduzida estabilidade direcional. A North American contruiu o P-51C em  Dallas, com a nacele do motor mais protuberante e seis metralhadoras. O P-51D tinha capota em forma de gota e seis metralhadoras, e recebeu depois uma aleta dorsal, para atenuar o problema direcional. O Mustang já era, sem dúvida, o melhor caça de escolta do mundo, consumindo metade do combustível dos Lockheed P-38 ou dos Republic P-47 Thundebolt e apresentando maior capacidade de combate que os dois - embora o P-47 tivesse oito metralhadoras. (Mas, nos EUA,um novo caça imponente, o Fisher XP-75, fora projetadoespecialmente para escolta a longa distância.  
O ainda coronel Mark Bradley testou o XP-75 e não se satisfez. Chamou então o presidente da North American, " Dutch "Kindelberger - o homem que convenceu os britânicos de que podia fabricar o caça - , e pediu-lhe que instalasse um tanque de 322litros atrás do assento do piloto num Merlin-Mustang. Ele sabia que a estabilidade direcional iria piorar,a tal ponto que, nas primeiras 2 horas de vôo, o piloto ficaria inteiramente ocupado em controlar o avião. Depois desse tempo, porém, o tanque extra estaria vazio, e o piloto passaria a usar os tanques normais, de 697 litros, nas asas, não precisando mais se preocupar com a estabilidade. Com mais de dois tanques ejetáveis de 284 litros sob as asas, o Mustang " rastejava " para ganhar altura, mas podia cobrir uma distância enorme com os 1586 litros. No primeiro teste com tanques extras, Bradley voou até Albuquerque e voltou, cobrindo uma distância igual à da Inglaterra a Berlim.
  Levar um caça de alto desempenho a qualquer ponto da Europa parecia impossível alguns meses antes. O incremento do P-51 transcorreu tão rapidamente que mais de 9 mil aparelhos combatiam em 1944 - 1.377 dos quais fabricados em Dallas, com hélice diferente ( P-51K ). Os Mustang dominaram os céus da Europa.    


O orgulho da Oitava
Os únicos aviões que o Mustang não podia alcançar eram os novos jatos alemães. No dia 7 de outubro de 1944, o tenente Urban L. Drew, do 361º grupo de caças, abateu dois Messerschmitt Me 262 quando decolavam. Em 25 de fevereiro de 1945, os Mustang do 55º grupo de caças fizeram o mesmo com toda uma esquadrilha de Me 262, destruindo seis deles. Quase todos os dias se divulgavam proezas audaciosas dos Mustang, como as três vezes_ duas pela 8ª Força Aérea dos Estados Unidos e uma pela famosa 315ª Esquadrilha da -RAF (polonesa )-em que pilotos desceram em território inimigo para resgatar companheiros abatidos, retornado um no colo do outro.
Os modelos mais numerosos foram os P-51D e P51K, embora só tenham entrado em ação em 1944. Os Mustang com motor Merlin representaram 13.600 unidades da produçaõ total de 15.586, que inclui 266 P-51D fabricado sob licença pela Commonwealth Aircraft, de Melbourne (Austrália).
Apesar do sucesso alcançado em 1944 a North American ainda trabalhava para aperfeiçoar o Mustang. Uma variação totalmente inusitada constituiu no N.A.-120, o Twin Mustang, com duas fuselagens geminadas, unidas por uma seção central retangular de asa e outra de cauda. As hélices eram contra-rotativas e havia um novo trem de aterragem principal sob cada fuselagem, retrátil. Os twin Mustang de série surgiram depois da gerra, em 1947. Designados como F-82, eram caças noturnos com armamento pesadoe radar SCR-720 ou APS-4 num grande fuso ventral. Equipados com motores Allison, serviram na Coréia. 
Desenvolvimento do pós-guerra


 




Os Mustang mais leves começaram com os XP-51F e XP-51G, continuando com o XP-51K com o motor Allison, e resultaram em 555 dos 4.100 planejados para o modelo P-51H, o caça mais veloz da segunda Guerra Mundial (à exeção os jatos alemães ), com velocidade de 748 km/h. Mesmo com seis metralhadoras, ele era 454 kg mais leve que o P51D e levava mais combustivel. O P-51 H entrou em ação no pacífico em meados de 1945.
Depois do conflito, muitas forças aéreas em todo o mundo adotaram o P51D e o P51K, aviões militares que estão entre os mais utilizados até hoje. Grande número deles atuou na Coréia e muitos foram adaptados por diversas fábricas como o biplaces em tandem, para transporte especial e treinamento. Outros surgiram com diversas modificações, como rápidos aviões cívis de competições, tendo seu radiador ventral deslocado para longos fusos-radiadores na ponta das asas. Numa versão semelhante,um aparelho da Força Aérea Americana  testou grandes estratorreatores na ponta das asas, ultrapassando facilmente 805 km/h.
 Na decada de 50 a Trans- Flórida Aviation comercializou um modelo executivo biplace, queoriginou, na década de 60, uma longa série de Mustang reconstituídos pela Cavalier Aircraft. Como dispensassem armamento, a maioria dos Cavalier carregava ainda mais combustível. Em 1961, podia-se comprar, por 32.500 dolares, uma versão para vôo acrobático, com assentos em tandem, equipamento eletrônico avançado e tanques de 416 litros na ponta das asas.
Em fins dos anos 60 os novos modelos de Mustang incluiam diversos aparelhos antigerrilha, além do Turbo Mustang, com nariz alongado para receber um turboélice Rolls-Royce Dart. Desse modelo originou-se o Piper Enforce, em 1971. E quem pensava que o Mustang estava obsoleto acabou se enganando, pois em 1980 o Enforce foi novamente cogitado como avião leve de ataque para a força Aérea Americana. 
 


         
Como sabemos o P-51 foi realmente uma grande obra prima nas mãos de muitos pilotos na Segunda Guerra Mundial e ainda será bem usados por muitos que "Amam a Aviação "  

http://www.ipmscuritiba.com.br/site/category/galeria/page/3/


-> http://rayparker-repaints.jimdo.com/app/download/2907621909/4b36c2f1/060b2ce1f34eb15d22b3cb98009d42c9313ffc77/JAI+P51+MUSTANG.zip

http://aviacaokerestes.blogspot.com/2009/11/aeronaves-famosas.html

sábado, 7 de novembro de 2009

Não tem como contestar somente ele é o pai da aviação

Se Santos Dumont tivesse patenteado suas invenções será que comprariamos o Rafale,ou F-18 ou Gripen ou teria hoje um inventor igual a ele para dar uma solução melhor para nossa FAB que tantos nos orgulhamos.Fazendo uma aeronave de porte superior das inventadas e seriamos uma nação novamente conhecida por seus maravilhosos inventores que nunca foram reconhecidos em nosso país.Acorda senhores políticos voces pensam somente em voces, pensem na nação que precisa de uma reforma e de um bril que a muito foi perdida lembrem-se dos guardinhas da FEB que foram mortos para destruir um terrivel vilão que queria se apossar do mundo será que voces são tão diferente deste chamado Hitler.

sábado, 31 de outubro de 2009


 Esta beelezuuuuuura foi aguardada no domingo aéreo por muitos,mas não vimos esperamos que o proximo domingo aéreo ela vai pois estaremos lá se Deus quizer para prestigia-lo.

Vimos aeronaves fantasticas no domingo aéreo no PAMA de São Paulo

Apezar de não conseguir ver o A-4 skyhawk como foi anunciado e o A-T 26 Chavante fiquei muito feliz de ver o show da esquadrilha da fumaça, tanto eu e minha família visitamos  o C-115 Bufalo e que logo estas fotos estarão aqui para todos visualizarem até mais o F-5  Mick deu um verdadeiro show junto com a Marta e seu esposo fora também as acrobacias aéreas do domingo. Já estou com saudades

sábado, 24 de outubro de 2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Soma-se as apresentações no Domingo aéreo no Campo de Marte em São Paulo venha prestigiar entrada franca veja o site www.pamasp.aer.mil.br

Estas são uma das coisa maravilhosas que nos aguardam no PAMA de São Paulo dia 25 de outubro de 2009




















Somente os Amantes da Aviação realmente  irão prestigiar

Amantes da Aviação: As maquinas voam e nos faz sonhar

Amantes da Aviação: As maquinas voam e nos faz sonhar
Quando se é criança, nós estamos sob controle de nossos pais, somos pequeninos controlados por eles, quando crescemos vemos que a liberdade de locomoção nos da algo, mas nem todos sabem usar a tal liberdade,da mesma forma que muitos não sabem usar seu tempo para estudar, pesquisar, as maravilhosas coisas que temos como a aviação,por isso perdem muito os privilégios de ver aeronaves como estas deste blog.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

As maquinas voam e nos faz sonhar




Tornado IDS o A-1 da FAB tem uma certa semelhança, porem o amor a empresa brasileira ainda prefiro o AMX ou A-1 




















F-16 se o Brasil comprasse ele? aceito comentário sobre o assunto  enviem para geraldomatos@ig.com.br ou para amantes da aviação

terça-feira, 20 de outubro de 2009
















Somos e Sempre seremos amantes da aviação com tanto que temos que aprender e podemos dar muito de nós para uma aviação melhor e mais atualizada vamos ao PAMA dia 25 de outubro de 2009 para juntos contemplarmos aéronaves e seus magníficos pilotos até lá.